Contributo efectivo para a saúde

As exigências de competitividade do mundo moderno e o aumento da esperança de vida obriga o cérebro humano a um esforço de adaptação nunca antes imaginado. Também o envelhecimento e os défices cognitivos que lhe estão geralmente associados têm vindo a merecer uma atenção cada vez maior por parte da comunidade científica a qual é peremptória em afirmar que a actividade física e mental ajuda a retardar e até impedir a perda de capacidades devido ao avançar dos anos.
O aparecimento do brainfitness e do neurofitness justifica-se pelo seu contributo na optimização cerebral e correspondentes melhorias das respostas cognitivas e comportamentais. São disciplinas que, ao contrário da reabilitação cognitiva (aplicada nos casos de défices provocados por lesões), visam a melhoria das funções mentais superiores e, mais importante ainda, a prevenção de défices devido ao acumular do stress, ao sedentarismo (físico e intelectual) e à idade.
Funções básicas como a memória e a atenção ou actividade superiores como o pensamento e a criatividade podem assim ser exercitadas e optimizadas graças à capacidade que o cérebro possui de se modificar (neuroplasticidade) e renovar (neurogénese).
O brainfitness e o neurofitness são disciplinas encaradas com cada vez maior seriedade estando a merecer o contributo de cientistas tão diversos como Richard Davidson , Fred Gage , Elkhonon Goldberg , Jon Kabat-Zinn , Michael Merzenich , Robert Sapolsky e outros.
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